Marcos Chitolina deixou o departamento de futebol do Grêmio na segunda-feira. O antigo assessor da pasta pediu desligamento da direção pouco antes da eleição, que ocorrerá em outubro. Nesta quinta, ele disse que a saída foi motivada pelo 'fogo amigo'. Ou seja, críticas internas na direção gremista. 
"Muitos não engoliam eu não estar no futebol. São críticas pontuais, mas com interesses. Meu nome nunca estará à frente do clube, não tenho esta vaidade. Fiz meu trabalho da melhor maneira possível e agradeço pela oportunidade de ter trabalhado no clube e pela lealdade do presidente Koff. Fui leal a ele em todos os momentos nestes 20 meses", explicou Chitolina à Rádio Guaíba. 
 
Chitolina esteve no departamento de futebol desde o princípio da gestão. Mas deixa posto desgostoso com quem deveria dar apoio interno no clube. 
 
"A pior coisa no futebol é o fogo amigo. Isso existe no Grêmio. Minha relação sempre foi direta com o presidente Fábio Koff. Não respondi a nenhum diretor que não ele. Nunca dei opinião a outra pessoa que não ele. Tem diretores que apoiam esta gestão, um que foi vice-presidente, trabalhou mais de 10 anos no clube e nunca foi chamado para trabalhar no futebol por não ter capacidade", afirmou. "São críticas pessoais com interesses. Isso me fez tomar esta decisão", completou. 
 
Duda Kroeff, ex-presidente do Tricolor e membro do departamento de futebol na chapa lançada para a eleição de outubro, foi escolhido para assumir a pasta a partir da próxima segunda-feira. O nome ainda será oficializado pela direção 
 
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